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E-Commerce: As informações que você precisa para aumentar suas vendas


A partir desta segunda-feira, 28, o blog da Agência Ziny trará, em um formato exclusivo, as principais informações do relatório semestral Webshoppers, o mais respeitado levantamento sobre E-Commerce no Brasil, realizado e divulgado pela E-bit, uma das principais empresas do setor.

Nesta primeira parte, compilamos um conteúdo especial sobre o primeiro capítulo do estudo, que reúne dados e pontos fundamentais sobre o perfil de consumo na internet. São informações que podem ajudar você a ajustar e a entender melhor o rumo da sua empresa na web – sem contar, claro, o perfil dos seus clientes.

Nas próximas semanas, analisaremos, junto ao nosso leitor, os outros dois capítulos da 32º edição do Webshoppers, com textos sobre a expectativa do setor para o final de ano e, também, sobre as preferências e hábitos de compra do consumidor brasileiro.

No final, ainda teremos uma surpresa… mas que ainda é segredo. Fique ligado em nosso conteúdo para saber mais. E seja bem-vindo ao mundo de informação que a Agência Ziny preparou para você.

 

E-Commerce: As informações que você precisa para alavancar a sua loja virtual

O faturamento das lojas virtuais registrou aumento, apesar do momento de instabilidade econômica atravessada pelo País. É o que aponta a 32º Edição do Relatório Webshoppers, que verificou os resultados do comércio eletrônico brasileiro no primeiro semestre de 2015. Os dados foram revelados pela E-bit em agosto.

Segundo o estudo, o faturamento das lojas virtuais brasileiras, registrado entre os meses de janeiro e junho, foi de R$ 18,6 bilhões. O montante representa um crescimento médio de 16% em relação a igual período de 2014, quando o volume de negócios efetuados pela internet alcançou os R$ 16,1 bilhões.

O aumento no valor do tíquete médio foi o principal fator para o crescimento do faturamento no E-commerce brasileiro. O valor médio dos pedidos cresceu cerca de 13%. A impulsão foi aquecida pelo setor de eletrodomésticos (crescimento de 25% no faturamento em relação a 2014), de telefonia (aumento de 18% em relação a igual período), eletrônicos e informática (ambos com crescimento de 12% em relação a 2014).

Acompanhando a tendência, o número de pedidos realizados pela internet registrou, também, acréscimo. Passando de 48,2 milhões para 49,4 milhões. Aumento de 2,5%.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o varejo offline cresceu 4,2% no primeiro semestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano anterior. Neste mesmo período, o comércio eletrônico cresceu 16%.

Infográfico sobre o Perfil do Consumidor Brasileiro na Internet

Apesar da pequena desaceleração neste primeiro semestre de 2015 se comparado com os últimos anos, o E-commerce ainda continua crescendo a taxas muito mais elevadas que o PIB brasileiro e duas vezes mais que o varejo tradicional. Esse ritmo não vai parar, porque os brasileiros já entendem que a internet é o lugar para encontrar os melhores produtos e com preços que, geralmente, são bem menos que nas lojas físicas”. Rodrigo Borger, CEO do Buscapé Company

 

Clientes estão mais satisfeitos com as compras na web

A satisfação dos e-consumidores com compras e prazos de entrega registrou acréscimo. O volume de atraso na entrega caiu para 8,62%. Em 2014, esse número era de 14,4%. O resultado foi aferido pelo Net Promoter Score (NPS), indicador que mensura a satisfação e a fidelização geral dos clientes.

No balanço geral do ano, o NPS apresentou em junho/2015 o melhor resultado desde que a E-bit começou a aplicar esta metodologia, começando com 56,9% (janeiro/2015) e terminando em 65% (junho/2015). O indicador apresentou melhora em todos os meses do ano.

Infográfico sobre o Comportamento do Consumidor Brasileiro na internet.
Infográfico sobre o Comportamento do Consumidor Brasileiro na internet.

Maior parte dos consumidores prefere pagar contas pelo cartão de crédito

O principal meio de pagamento das compras virtuais é o cartão de crédito, com 73,7% da preferência. Em seguida, o boleto bancário (19,2%) aparece como a segunda opção mais utilizada pelos consumidores brasileiros. O cartão de débito (2,5%) e os cartões da loja (2,1%) vêm em sequência. Os pagamentos à vista totalizam 39,6% dos pedidos. As compras em três vezes 14,6% e as em até 10 vezes, 11%.

“O aumento da preferência por pagamento à vista é reflexo da diminuição da oferta de parcelamento sem juros por parte do varejo online, combinado com o desejo da população de evitar dívidas a longo prazo. Além disso, a maturidade do e-consumidor quanto a compras online e utilização de linhas de crédito de forma consciente gera um novo perfil de consumo no mundo digital”. Marcelo Theodoro, diretor sênior MasterCard.

 

O relatório completo da 32º Edição do Webshoppers pode ser consultado no site: ebit.com.br/webshoppers

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